janeiro 18, 2021

O transporte complementar de vans em Suzano é uma alternativa para o passageiro que precisa se deslocar todos os dias para trabalhar, estudar ou até mesmo para o lazer. Esse tipo de transporte é regulamentado na cidade desde 2007 por uma lei municipal. No entanto, os passageiros reclamam da estrutura e a prefeitura reconhece a falta o baixo efetivo de fiscais.

De acordo com o documento de regulamentação, a fiscalização deve ser feita pela Diretoria de Transportes, Assuntos Viários e Mobilidade Urbana. Segundo o documento, o embarque e desembarque de passageiros deve ser em locais seguros, entrentanto, não é isso que está acontecendo.

O governo municipal reconhece que em alguns pontos a legislação chega a ser confusa e atrapalha a fiscalização. Por exemplo, cada van pode transportar até 16 pessoas sentadas. Não proíbe o transporte de pessoas em pé, fala apenas que não é permitido o excesso de lotação.

“Embora tenha um quadro reduzido de fiscais, a gente acaba não conseguindo fazer por exemplo fiscalização embarcada, a gente tem uma dificuldade por conta do número de veículos e a quantidade de fiscais. mas a gente faz principalmente de acordo com a demanda de reclamações”, explica Rafael Martins Pacheco, coordenador da Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana.

Hoje 147 vans circulam pela cidade, todas que estão nas ruas foram vistoriadas e aprovadas pela prefeitura, mesmo com mudanças no interior. Pacheco reconhece que o número de fiscais é pequeno para acompanhar de perto o transporte complementar e orienta que o próprio passageiro ajude neste trabalho, ligando para a prefeitura e que ninguém é obrigado a usar as vans.

“Só aumentando a oferta de transporte público que a gente vai conseguir satisfazer a demanda atual dos passageiros. Os meus contatos são rígidos especificado de ônibus e número também especificado de vans, ele é limitado e não me dá margem para aumentar o número de carros por hora”, finaliza Pacheco.

Denúncias sobre irregularidades no transporte alternativo de Suzano podem ser feitas no telefone 4746-1166 ou para a ouvidoria do município no número 0800 774 2007.

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Igor Roberto

Sou formado em Enfermagem, analista financeiro e de mídias sociais e aspirante em gestão pública. Sou o criador do Rede Noticiando e co-fundador do Mobilidade Porto Alegre. Mobilidade Urbana e transporte público são os meus temas favoritos. A informação é o meu esporte.
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  1. Não é só esse problema eles são difíceis de conviver no trasito, param no meio da rua como se não houvesse outros carros freiam do nada Quando tem possíveis clientes brigam no trasito se tivesse um referendo para decidir a saida deles acredito q 90% aceitaria são desrespeitoso e mau educados, se valem q dizem ter costas quentes se é que me entende…

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