junho 4, 2020

O projeto do Bus Rapid Transit (BRT) que vai atender o eixo entre São Paulo e o ABC Paulista será apresentando aos prefeitos da região no mês de setembro. A declaração foi dada pelo secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy, durante a entrega da estação Jardim Planalto da Linha 15-Prata do monotrilho.

Para quem não se lembra, no dia 3 de julho, o governador do Estado, João Doria, anunciou a troca do projeto do monotrilho por um modelo de corredor de ônibus rápido, do tipo BRT.

O sistema de monotrilho que seria operado pelo consórcio Vem ABC será substituído por um corredor de ônibus por causa dos altos custos, principalmente em relação as desapropriações.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, estimou o preço de R$ 680 milhões para implantação do sistema BRT, enquanto o monotrilho seria de quase 6 bilhões. O prazo para a conclusão das obras do sistema de ônibus será de 18 meses.

O prazo para detalhes do projeto seria no mês de agosto, mas segundo Baldy, a viagem para a Missão China acabou por postergar este prazo.

A gestão Doria diz que o BRT além de ser mais barato que o monotrilho, terá a mesma capacidade de transporte com velocidade semelhante.

Quem deve operar?

Segundo a gestão Doria, inicialmente a EMTU deve ficar responsável pela operação do Bus Rapid Transit (BRT) que irá ligar São Bernardo do Campo até a estação Tamanduateí.

Uma concessão pode ser realizada em breve.

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Igor Roberto

Sou formado em Enfermagem, analista financeiro e de mídias sociais e aspirante em gestão pública. Sou o criador do Rede Noticiando e co-fundador do Mobilidade Porto Alegre. Mobilidade Urbana e transporte público são os meus temas favoritos. A informação é o meu esporte.
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  1. Lincoln says:

    A importância da padronização na especificação técnica Monotrilho, People Mover ou Aero Trem.

    Uma vez que a empresa Scomi faliu, porque desta insistência em se usar um monotrilho nas Linhas 17-Ouro ou 18-Bronze, que possui uma modelagem única para cada fabricante, significando que ele que ele só monta na sua configuração, se especificar BYD, Bombardier ou quaisquer outros, de mais simples implantação, só poderá ser exclusivo cativo refém deste fornecedor.

    Com relação ao desempenho técnico Monotrilho Linha 15-Prata, por ser um protótipo de alta capacidade, deveria ser finalizado e comprovado sua eficácia e desempenho antes de se especificar este tipo de modal para quaisquer outras linhas!

    Das mudanças propostas a única que entendo ser correta e sensata, é a mudança da extensão da linha 18-Bronze do terminal da CPTM Linha -10 do Tamanduateí para o Sacomã, não significando que não tenha que passar por ele.

    Destas conclusões entendo que a especificação do modelo nacional “Aerotrem” ou “Aeromovel” da Coester / Siemens que é uma espécie de VLT-Veiculo Leve sobre Trilhos elevado, iguais aos adotados nos aeroportos Salgado Filho-RS e já definido para o de Guarulhos-SP em bitola de 1,6m que facilita o uso de pátios e oficinas comuns compartilhado com o Metrô e CPTM, de mais simples implantação, manutenção e economia, o que diminui seu custo, pois utiliza rodeiros iguais sobre trilhos de aço além de chaveamento de mudança de vias simples, tratando-se de um trem mais estável com menor amplitude e que oscila menos ao trafegar que um “Monotrilho” ou “People Mover”, semelhante ás linhas de Trens e Metrôs seja o mais indicado, não significando que se tenha que adquirir deste fabricante de referência.

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