A CPTM registrou nos quatro primeiros meses deste ano, 41 casos comunicados de violência contra seu colaboradores (funcionários e terceirizados).

Em 2018 a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) registou 116 agressões contra seus colaboradores (funcionários e terceirizados). A média é de um registro de violência a cada três dias nas dependências da empresa.

Os dados acima foram divulgados em uma reportagem da Globonews e foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.

Vigilante é morto por ambulantes na estação Botujuru

Na semana passada, quatro homens espancaram dois vigilantes na estação Botujuru da Linha 7-Rubi da CPTM. Segundo as investigações, os homens são vendedores ambulantes e o ataque foi premeditado.

agressão na CPTM
Suspeitos foram filmados por câmeras em Campo Limpo Paulista (Foto: Reprodução)

O vigilante Salatiel Gomes, de 51 anos, veio a óbito na sexta-feira, 9 de agosto, com morte cerebral.

Ele passou a semana internado em um hospital na cidade de Jundiaí, mas não resistiu aos ferimentos graves, em decorrência de fortes pancadas que sofreu de pauladas e barras de ferro utilizadas pelos ambulantes.

Agressão sofrida por agentes da CPTM na Grande São Paulo

  • 2016 – 53 casos
  • 2017 – 99 casos
  • 2018 – 116 casos
  • Até abril de 2019 – 41 casos

Se formos comparar entre os primeiros quadrimestres de 2018 e 2019 ficou assim:

  • 2018 – 40 casos
  • 2019 – 41 casos

A reportagem, o secretários dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, deu à seguinte declaração:

“A realidade é que o governo do estado vem endurecendo a questão da segurança. A fiscalização tem aumentado. No ano passado foram 24 mil fiscalizações contra 36 mil em 2019. Isso gera revolta por parte daqueles que vão contra a lei. O reforço dessa fiscalização e da apreensão, que aumentou mais de 20% em 2019 contra 2018, tem gerado também essas agressões”, afirmou Baldy.

Agressões realizadas por colaboradores

A CPTM informou que não possuí dados sobre agressões realizadas pelos colaboradores e que possui apenas quando o funcionário aparece como a vítima.

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Igor Roberto

Sou profissional e estudante de enfermagem, analista financeiro e de mídias sociais. Sou o criador do Rede Noticiando e co-fundador do Mobilidade Porto Alegre. Mobilidade Urbana e transporte público são os meus temas favoritos. A informação é o meu esporte.
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  1. Gisela Oliveira says:

    Não. Não sou não. Tenho profissão e registro na carteira. Esta bem claro no meu relato que colhi informações. Dos mesmos. Somente é erro sobre erro que não justifica outros erros.

  2. Fernando Escolta says:

    Os tal Federais são ASO os marronzinhos eles são um Guarda comum e não servem para nada só para dar em cima de mulher casada tudo safado

  3. Fernando Escolta says:

    Só acho que deveria tirar estes ASO os tal PF que não servem para nada e por a PM POLICIA MILITAR dentro dos trens e Estações da CPTM seria melhor ai estes vagabundos vão ver a onde irão vender estes produtos ROUBADOS.

  4. Gisela Oliveira says:

    Precisa expor também o lado dos marreteiros, né imprensa. Por conta própria descobri milhares de irregularidades. Desde agressão a tiros, como faca, soco inglês e abuso sexual as vendedoras. Também ameaca por coação acusando os vendedores se denunciar jogam drogas nas costas deles. Basta fazer como eu levantar. Investigar. Funcionários tbm apreendem mercadorias e levam pra casa. Era pra ser instituição de caridade. A gocil é uma forma privada. O que tira o direito de sequer colocar a mão na bolsa de alguém. A PF sim pode. A imprensa precisa sair de certos cercos e partir pra verdade. Direito na ambos os lados. O comércio ambulante não é crime é ilegal. Agressão é crime.

    • Anônimo says:

      Com certeza você é uma ambulante. Os seguranças trabalham se baseando na lei… ambulante nao esta acima da lei. Ambulante só presta para matar trabalhador assim como fizeram. Se voce acusa alguem voce tem que peovar o que esta falando.

      • Gisela Oliveira says:

        Me processe anônimo. Vc é tão correto que nem coragem de se identificar tem. Se eu falo é porque ouvi das vítimas, coisa que vc não é. Deve ser mais um mecanoide sem família que julga que por termos uma opinião anti o governo votamos no Lula somos pt etc. Quem vai querer provar algo coagido? Ninguém. Forme uma opinião menos mecanizada.

      • Anônimo says:

        Não. Não sou não. Tenho profissão e registro na carteira. Esta bem claro no meu relato que colhi informações. Dos mesmos. Somente é erro sobre erro que não justifica outros erros.

  5. Salgado says:

    Pq ao invés dos federais ficarem nas estações não ficam dentro das composições para coibir os ambulantes,ou a empresa aumenta o valor das passagens para contratar mais seguranças,informando aos usuários que o aumento foi por consequência dos usuários,Não respeitarem e m comprar produtos dentro das composições.

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