Na manha desta quinta-feira, 7 de fevereiro, durante entrevista coletiva, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo contestou a versão apresentada pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), de que a colisão que envolveu dois trens na linha 15-Prata, no final da noite de terça-feira, 29 de janeiro, foi causada por falha humana na operação.

O Sindicato informou que o acidente foi causado por uma falha em um dos sistemas dos trens. Em um ofício enviado ao presidente da estatal, o sindicato afirma que não existe um sistema que detecte de forma automática a presença de um segundo trem na linha, caso a composição esteja desligada ou perca a comunicação com o Centro de Controle Operacional (CCO).

Ou seja, se a atual tecnologia falhar, o trem não tem como perceber outro no caminho. Ainda de acordo com o sindicato, o problema se agrava pelo fato de o monotrilho circular sem a presença de um operador de trem.

“Como tem um sistema que eles dizem que é seguro, o próprio sistema não identifica que tem um trem. Veja que na Linha 1 e na Linha 3 é um outro sistema, que funciona há mais de 40 anos, e isso nunca ocorreu”, disse Raimundo Cordeiro, coordenador geral do sindicato.

O Metrô afirmou em nota que o monotrilho é seguro e a tecnologia é reconhecida internacionalmente. A nota diz ainda que todos os funcionários responsáveis pela operação do sistema são treinados e qualificados para essa atividade.

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Dayane Priscila

Estudante de Desenvolvimento de Sistemas. Mini bibliotecária (Tributo, Semi-deusa, selecionada). Fotógrafa aspirante e amante de astronomia.
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