Com uma infinidade de modelos disponíveis para agradar todos os gostos e, principalmente, bolsos, o mercado de aparelhos digitais, tal como o dos smartphones, busca se superar dia após dia para atender a uma exigente clientela que não se sacia com o mais atual da tecnologia. Sempre busca mais.

Mesmo com a crise derrubando 6% das vendas de smartphones no Brasil em 2018, a compra de aparelhos usados se apresenta bastante ativa. A queda de vendas, contudo, mantém um dado que, pelo bem ou pelo mal, nos faz pensar: houve um aumento de 10 milhões de smartphones ativos em 2018. A estimativa é de que existam 230 milhões de smartphones ativos no Brasil, contra 180 milhões de computadores, notebooks e tablets.

É difícil encontrar uma empresa ou serviço que não exista em um ambiente virtual ou que não ofereça serviços sob demanda. De empresas privadas a empresas públicas, de multinacionais às empresas mais simples, a massiva maioria se faz presente virtualmente, seja por meio de aplicativos ou por redes sociais que potencializam o alcance de suas ofertas, como no caso do Poupatempo, em São Paulo, recentemente eleito como o melhor serviço público do estado de São Paulo, que faz uso de aplicativos para smartphone para que os cidadãos possam acessar informações e horários do serviço.

Serviços Digitais revolucionam o mercado

A oferta de serviços digitais, como aqueles realizados por meio de aplicativos, tem crescido cada vez mais. A acessibilidade e flexibilidade de horários, combinadas às taxas baixas por serviço prestado, enchem os olhos do consumidor, que vê à sua frente a facilidade em resolver uma situação de forma prática e rápida.

Já há bastante tempo que o serviço de delivery no Brasil era conhecido, principalmente nas clássicas pizzas de domingo, ainda nos anos 90 (muito antes dos smartphones tomarem seus lugares em nosso cotidiano). Mas o que se vê atualmente é a profissionalização e massificação de um serviço de entregas a custo reduzido. E não era para menos, pois o serviço de entregas curtas de alimentos faturou mais de 10 bilhões de reais em 2018, e o comércio eletrônico, no mesmo período, foi o responsável pelo faturamento de 59,9 bilhões de reais, enviando 203 milhões de pacotes. A Didi Chuxing é a maior empresa de transportes privados da China. No Brasil, controla a 99 Taxis, que compete diretamente com a Uber. Ambas as empresas funcionam tão bem que muitos usuários chegaram a vender seus veículos porque, na ponta do lápis, economizam somente viajando com esses serviços. Inclusive, as vantagens são tantas que eles foram os responsáveis por uma redução de cerca de 5% dos passageiros de transportes públicos.

No início das operações, os taxistas não gostaram de ver sua fatia de mercado reduzindo consideravelmente e se manifestaram contra o funcionamento dos aplicativos – mas, no final das contas, foram obrigados a aceitar que os consumidores buscavam muito mais.

Com isso, a abertura para a releitura dos serviços para uma oferta mais completa digitalmente foi descortinada. A exemplo da própria Didi, que está abrindo sua plataforma para serviços de outras empresas, inclusive concorrentes, e dando um passo além que pode ser uma boa pulga atrás da orelha para a concorrência. A gigante, agora, vai oferecer mais do que serviços de transporte no Brasil, ampliando o leque para os serviços bancários direcionados aos seus passageiros. Ainda não sabemos como essa história irá se desenrolar, mas certamente podemos esperar uma reação das prestadoras de serviço bancário atuais em reação.

Necessidade de reflexo

A iFood é outra empresa que causou furor aos restaurantes. Agora, além de servir a comida com toda a qualidade de anteriormente, as redes têm se preocupado em oferecer melhorias de serviço de atendimento e, muitas vezes, o famoso “ambiente instagramável” para transformar um almoço qualquer em uma experiência. Esse reflexo reverberou em diversos setores, inclusive na moda, que adotou essa solução criativa para trazer de volta os consumidores que passaram a fazer compras somente online.

A oferta de serviços por meio de plataformas online tem obrigado as lojas físicas a se reinventarem para continuarem no jogo. É possível encontrar exemplos deste acontecimento na maior parte dos setores, inclusive naqueles que, por si só, já são bastante atrativos ao consumidor. Caso bem conhecido no entretenimento.

Dificilmente um passeio em um local naturalmente divertido, como os cassinos, é superado por serviços online, mas com a infinidade de ofertas e versões trazidas por sites como a Betway cassino online, a competição sobe de nível, principalmente considerando que os cassinos se encontram em locais de turismo de massa, nem sempre tão acessíveis a qualquer hora. Mais um ponto positivo para os serviços digitais.

Tudo à mão

Group of diverse people using smartphones

É um fato que a forma como consumimos está em constante metamorfose, afinal, já não compramos da mesma forma que fazíamos em 1950. A tecnologia fez com que evoluíssemos nossas relações pessoais, profissionais e consumeristas, mas não esperávamos que chegaria em um ponto em que as exigências de adaptação e novas propostas de consumo tivessem que mudar em muito pouco tempo para acompanhar as tendências. Não há dúvidas de que temos muito mais acessibilidade do que nunca, e que a curiosidade no que ainda está por vir atiça as mentes mais criativas para o desenvolvimento de soluções e serviços que irão mudar ainda mais aquilo que consideramos moderno hoje.

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Igor Roberto

Sou profissional e estudante de enfermagem, analista financeiro e de mídias sociais. Sou o criador do Rede Noticiando e co-fundador do Mobilidade Porto Alegre. Mobilidade Urbana e transporte público são os meus temas favoritos. A informação é o meu esporte.
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