junho 3, 2020

Nesta segunda-feira, 25 de março, a Prefeitura de São Paulo através da Secretaria de Mobilidade e Transportes (SMT) abriu os envelopes com as propostas das empresas interessadas em participarem da licitação dos ônibus na capital. O certame não teve nenhuma concorrência e as empresas estão pedindo o valor máximo de remuneração possível permitida na licitação.

Um teto máximo para a tarifa de remuneração havia sido criado pela prefeitura. Como exemplo podemos exemplificar da seguinte forma: Dos R$ 4,30 que o passageiro paga, a empresa ofereceu R$ 3,50, que seria o reembolso, e estaria no teto limite previsto.

As empresas que participaram da licitação são as mesmas que concorriam anteriormente, desde o início da disputa e quase todas pediram o teto.

Algumas empresas, que possuíam dívidas tributárias e previdenciárias, renegociaram as dívidas com a Fazenda Pública e conseguiram entrar na licitação. Outros abriram novas empresas para participar da licitação

O lote D7 foi único em toda a licitação dos transportes da cidade que recebeu duas propostas e, mesmo assim, sem tanta concorrência. Isso porque, a empresa que opera originalmente a região, Imperial Transportes Urbanos , está com problemas fiscais junto à União e vem apresentando problemas financeiros, com atrasos de pagamentos de salários e a fornecedores. Assim, a Transunião, empresa que opera originalmente outra área da cidade, ofereceu uma proposta de operação “quase de última hora”.

A Imperial entrou com recurso pelo fato de ter sido desclassificada na concorrência e, por isso a proposta de tarifa do lote D7 não foi aberta no dia 15 de março, quando foram revelados os valores oferecidos por todas as outras ex-cooperativas.

O secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Edson Caram, disse que o pedido pelas empresas, apesar de estar no teto, faz sentido. “Entrar no mercado de São Paulo não é simples, muita gente se assusta com isso. O importante é que (o que foi pedido pelas empresas) está dentro do limite de preço da prefeitura, as empresas estão trabalhando neste sentido. Estão concordando com o preço previsto na prefeitura”, disse ele.

A partir de agora será criado, ainda, um fundo de participação das empresas para gerir os terminais de ônibus: serão R$ 174 milhões que serão aplicados na modernização dos terminais, na comercialização de bilhetes e para investir na inteligência do serviço, já que a satisfação dos passageiros será um dos fatores que irá impactar no lucro das empresas.

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Igor Roberto

Sou formado em Enfermagem, analista financeiro e de mídias sociais e aspirante em gestão pública. Sou o criador do Rede Noticiando e co-fundador do Mobilidade Porto Alegre. Mobilidade Urbana e transporte público são os meus temas favoritos. A informação é o meu esporte.
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