O número de ciclistas que utilizam a Ciclofaixa Rio Pinheiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aumentou. No ano passado, foram 495.307, um aumento de 5,3% em relação a 2017 e de 23,6% em relação a 2016.

Atualmente, aos finais de semana, são cerca de 4 mil pessoas pedalando, com média mensal de 40 mil bikes. O funcionamento é diário, das 5h30 às 18h30, inclusive feriados. Durante o horário de verão, o horário é ampliado, das 5h às 19h30. Desde a inauguração, em fevereiro de 2010, um total de 5.484.112 ciclistas já percorreram a via.

Localizada entre as margens do rio Pinheiros e a Linha 9-Esmeralda da CPTM, a ciclofaixa se estende da estação Villa-Lobos-Jaguaré até a Avenida Miguel Yunes, entre as estações Jurubatuba e Autódromo. Ao todo, são seis acessos: um pela Avenida Miguel Yunes, 620; quatro junto às estações Jurubatuba, Santo Amaro, Vila Olímpia e Cidade Universitária; e o sexto pela ciclopassarela da Prefeitura de São Paulo nas proximidades da ponte Cidade Jardim (Parque do Povo).

A ciclofaixa oferece seis pontos de apoio com banheiro, bebedouro e área de descanso ao longo do percurso: Avenida Miguel Yunes, Santo Amaro, Vila Olímpia, Cidade Jardim, Cidade Universitária e Villa-Lobos-Jaguaré. Além disso, há um estacionamento para carros com 45 vagas, no acesso pela Avenida Miguel Yunes.

A CPTM ressaltou que em razão das obras de implantação da Linha 17-Ouro, a ciclofaixa está fechada entre as estações Vila Olímpia e Granja Julieta (Ponte João Dias). A alternativa para os ciclistas é a via aberta provisoriamente pelo Metrô na outra margem do Rio Pinheiros, com transposições nas pontes João Dias e Cidade Jardim.

Vale lembrar que a permissão do acesso de ciclistas nos trens, de segunda a sexta-feira, das 20h30 até o encerramento da operação; aos sábados, a partir das 14h e aos domingos e feriados, durante todo período operacional, das 4h à meia-noite.

Os ciclistas também dispõem de 36 bicicletários ao lado das estações da CPTM, com 8.821 vagas. Desse total, 33 são de responsabilidade da Companhia. O bicicletário de Santo André é administrado pela EMTU, e o de Pinheiros pela ViaQuatro. Todos gratuitos. A única exceção é o de Mauá, que é administrado pela associação de ciclistas Askobike.

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Igor Roberto

Profissional e estudante de enfermagem, pesquisador, analista financeiro e de mídias sociais. A informação é o meu esporte!
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