A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) deu o prazo até o final de novembro para reavaliar cronogramas e solucionar o impasse que envolve as obras e a entrega dos trens da Linha 17-Ouro.

A companhia e o consórcio Monotrilho Integração, formado pelas empresas CR Almeida, Andrade Gutierrez, Scomi e MPE – responsáveis pela implementação da via, portas de plataformas, sistemas de sinalização, material rodante e CCO do trecho que vai das estações Jardim Aeroporto a Morumbi – vem travando batalhas na Justiça.

A situação se complicou ainda mais nessa história, quando a Scomi anunciou na semana passada, seu interesse em deixar o consórcio.

A Revista Ferroviária consultou a fabricante de trens da Malásia, que em 2013, assinou um contrato com o Metrô de São Paulo, para a produção de 14 trens do monotrilho de cinco carros, e até o momento não entregou nenhuma composição.

“A Scomi tem total interesse em cumprir seus compromissos contratuais e está exigindo que o Metrô faça o mesmo”, informou a empresa.

A empresa chegou a anunciar o início das atividades em Taubaté, no interior paulista, em março de 2016.

A previsão era que ela entrasse em operação no segundo semestre do mesmo ano, com capacidade para produzir de três a cinco carros de monotrilho por mês.

A nova previsão para o início da operação da Linha 17-Ouro era dezembro de 2019, mas esse prazo pode mudar com a eventual saída da Scomi do projeto. Assim que estiver pronta, a operação será comandada pela ViaMobilidade, do grupo CCR, que também opera a Linha 5-Lilás.

A linha, que era prevista para antes da Copa do Mundo de 2014, terá 7,7 km de extensão e oito estações entre o Aeroporto de Congonhas e Morumbi (CPTM), além de conexão com a Linha 5-Lilás na estação Campo Belo.

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Dayane Priscila

Estudante de Desenvolvimento de Sistemas. Mini bibliotecária (Tributo, Semi-deusa, selecionada). Fotógrafa aspirante e amante de astronomia.
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