O Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) conseguiram na justiça liminares que determinam a prestação de serviços na sexta-feira, 14 de junho, data que foi marcada uma ”greve geral” em apoio ao Dia Nacional das Paralisações contra a Reforma da Previdência.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), a justiça determinou que na CPTM 100% do quadro estejam em operação durante todo o dia. Já no Metrô, a liminar determina que 100% nos horários de pico e 80% nas demais horas.

Acompanhe um trecho abaixo na íntegra:

”Diante da proposta de greve dos sindicatos nesta sexta-feira, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, por meio de suas empresas, toma todas as medidas judiciais necessárias para garantir o transporte dos passageiros. Esta Pasta considera o objetivo da paralisação ideológico e conta com o bom senso das categorias para que não prejudiquem mais de 8 milhões de trabalhadores que dependem diariamente do Metrô e da CPTM. Serão prejudicados trabalhadores, estudantes e todas os cidadãos que têm o transporte público como único meio de locomoção.

No momento em que vivemos , esta greve contraria os objetivos do país, ao prejudicar a mobilidade de quem vive em São Paulo e precisa se locomover para trabalhar. O Metrô conseguiu liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. A CPTM conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação”.

Greve Geral

Acompanhe abaixo às últimas informações sobre o transporte público em diversas regiões de São Paulo.

Transporte sobre ônibus

Os sindicatos informaram nesta segunda-feira, 10 de junho, que deve haver paralisação dos ônibus na capital paulista, Guarulhos, Arujá, Baixada Santista, Mogi das Cruzes e Região.

Metrô e CPTM

Os sindicatos que representam as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12- Safira e 13-Jade informaram que irão aderir a paralisação.

Já o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, que representa os trabalhadores das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, disse que terão um posicionamento sobre aderir ou não a paralisação ainda nesta semana.

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo foi outro que também confirmou adesão ao movimento e nesta quinta-feira, dia 13, irão se reunir para discutir como será a paralisação nas linhas do Metrô de São Paulo.

Caso a paralisação seja concretizada, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata devem ser afetadas.

Linha 4-Amarela e 5-Lilás

Wagner Fajardo, diretor do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, disse que a categoria deve parar na sexta-feira, dia 14. Segundo ele, o sindicato articula também uma paralisação dos serviços das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, que são operadas pela iniciativa privada. Fajardo informou que a justiça reconheceu na semana passada a representatividade do sindicato sobre estes trabalhadores.

“A decisão da greve já está tomada, estamos fazendo as reuniões setoriais e não existe nenhum clima na categoria de não querer realizar a greve, pelo contrário”, afirmou Fajardo. “Na semana passada, o TST confirmou nossa representação das linhas 4 e 5 e nós estamos discutindo com os trabalhadores a greve, que portanto é de todos os metroviários”, concluiu.

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