outubro 16, 2018

Desde o mês de março algumas empresas de ônibus da capital paulista têm adotado um novo modelo para informar a contagem do tempo sobre o ano/modelo dos ônibus que circulam.

Após a SPTrans esclarecer como era feita a contagem do tempo que os coletivos têm para circular na cidade, as empresas locais agora estão usando um novo adesivo, informando apenas o ano/modelo do chassi do veículo.

De acordo com a Prefeitura de São Paulo, a contagem do tempo que um ônibus pode operar nas linhas municipais da cidade é feita através do “ano/modelo” do chassi e não do “ano/fabricação”.

O modelo anterior informava o ano de fabricação e a data de início da operação (nas linhas da SPTrans, não necessariamente nas linhas da empresa). No novo modelo, o início da operação não é mais informado.

O período máximo que um ônibus pode circular na capital paulista é de 10 anos a contar do ano/modelo do chassi do veículo apresentado que pode se estender por mais 1 ano se houver diferença entre o ano de fabricação do chassi e do coletivo.

As empresas de ônibus podem estender o tempo de “vida útil” dos ônibus por ainda mais um ano, chegando a marca de 12 anos prestando serviço com o mesmo veículo se o mesmo efetuar vistorias bimestrais, isso dependendo do ano de fabricação.

No início do ano uma grande polêmica surgiu quando a SPTrans mandou dar baixa em 291 veículos que estavam com prazo de operação vencidos. Na época a gestora relatou que os coletivos deveriam ser substituídos até o início de fevereiro, onde dariam início ao “volta às aulas”.

No entanto, nem todos coletivos foram, o que obrigou a gestora a autorizar a volta de alguns desses ônibus até que a frota nova entrasse em circulação, caso esse que pode ser visto na Sambaíba com os PBCs, a empresa passou a renovar sua frota em março com a chegada de novos ônibus do modelo Caio Millennium IV.

Vale ressaltar que outras empresas seguem operando com veículos que já ultrapassaram o tempo de vida útil operacional, porém por falta de veículos novos para sua substituição seguem circulando e gradativamente serão substituídos.

Igor Roberto

Profissional e estudante de enfermagem, pesquisador, analista financeiro e de mídias sociais. A informação é o meu esporte!
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