agosto 10, 2022

Automação, gestão de pessoas, cuidado com o bem-estar e flexibilização são os assuntos mais abordados pela pesquisa realizada pela Microsoft

Como será o mundo profissional daqui a 10, 20 ou 30 anos? Esse é um tema cada vez mais debatido por empresas e profissionais, ainda mais depois do desenvolvimento de diferentes métodos de trabalho durante a pandemia. Muitos acreditam que as máquinas tomarão o lugar das pessoas e que ninguém mais vai precisar sair de casa, mas a história está longe de ser assim. 

Alguns estudos indicam que apenas uma parte disso é verdade: muitos dos empregos que existem hoje não vão “sumir”, mas se transformarão em novas modalidades para se adaptar à sociedade no futuro e às novas tecnologias. Ainda estamos longe de ver robôs por todos os lados, como se estivéssemos dentro de uma história de Star Wars, ou os Jetsons, para os mais saudosistas.

O que dizem os estudos?  

Um estudo realizado pela Microsoft, chamado The Work Trend Index, que entrevistou mais de 31 mil pessoas em 31 países diferentes, como Estados Unidos, Canadá e Brasil, chegou a algumas conclusões um tanto quanto inusitadas. 47% dos profissionais entrevistados estão dispostos a se apresentar na forma de avatares em reuniões a partir de 2023. Esse dado vai ao encontro da tendência de manter o regime de home office, com mais flexibilização de horários para os funcionários e maior imersão no mundo digital, além da ânsia de desenvolver plataformas e programas próprios para o desenvolvimento das atividades.

Outro dado mostrado pela pesquisa destaca a autogestão. Seguindo a mesma ideia do home office, a autogestão muda o paradigma já passado de controle rígido entre gestores e colaboradores para uma relação de colaboração dinâmica, com feedbacks mais recorrentes e maior autonomia. Essa quebra de hierarquia rígida é uma tendência que se prova cada vez mais presente e em crescimento no futuro, devido à mentalidade de valorizar a importância de cada colaborador e fazer com que ele sinta que aquilo que faz tem um propósito maior. 

42% dos entrevistados julgam como categoria de extrema importância a preocupação do bem-estar físico e mental dos funcionários para a criação de um sistema ecológico de colaboradores – outro ponto de destaque.

Quais habilidades e ferramentas serão necessárias?

As tendências mostradas pela pesquisa indicam que os novos trabalhos do futuro serão fortemente marcados pela presença no mundo digital, portanto habilidades de programação e integração digital serão mais buscadas. Além disso, boa parte das tarefas de gestão será substituída por programas para otimizar o tempo. O CRM para imobiliária é um exemplo, posto que auxilia na gestão de dados. No futuro, esses programas serão mais integrados, com inteligências artificiais mais eficientes.

Flexibilidade cognitiva é outra ferramenta que vai ser crucial no futuro. A pesquisa feita pela Microsoft indica que, em poucos anos, as pessoas vão focar e investir em múltiplas carreiras de áreas diferentes.

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Flávia Viana

Jornalista e editora convidada do Rede Noticiando. Contribui com pautas sobre saúde, tecnologia, aplicativos e mobilidade urbana.

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