O Metrô de São Paulo aplicou uma multa no valor de R$ 88 milhões ao Consórcio Monotrilho Integração (CMI) pelo não cumprimento do cronograma previsto para obras, entrega do material rodante e entre outros da Linha 17-Ouro de monotrilho.

O consórcio é formado pela empresa da Malásia Scomi Engeneering BHD, fabricante dos trens, e pelas construtoras CR Almeida e Andrade Gutierrez.

A Scomi apresentou problemas financeiros, declarando falência. Ela deveria fornecer os trens leves com pneus para o ramal.

A situação da fabricante interferiu de forma direta no andamento e previsão do processo de implantação do sistema de média capacidade.

Além da Linha 17-Ouro, a Scomi iria fornecer também os trens da futura Linha 18-Bronze, que segue sem definição por qual modal deve ser implantado no ABC.

A punição ainda impede que as empresas que estão ligadas ao consórcio participem de licitações ou façam contratações pelos próximos dois anos com o Governo do Estado de São Paulo.

O consórcio pode recorrer em cinco dias úteis.


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