O Metrô de São Paulo rescindiu de forma unilateral um contrato com o Consórcio MTTrens, responsável pela modernização de 25 trens, que no passado operavam como frota C, e atualmente, são chamados de frota K, prestando serviços na Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda).

A modernização dos trens contou com o recebimento de novos componentes de tração, eletrônico, mudança estética, foi instalado sistema de ar-condicionado, entre outros.

O Consórcio MTTrens é formado pelas empresas T’Trans, MPE e Termoinsa.

Esse consórcio foi o que mais deu dor de cabeça ao Metrô. Em 2017, por exemplo, foi necessário recolher toda a frota K para troca de rolamentos, pois, após apuração de um descarrilamento envolvendo uma composição dessa frota, foi constatado que durante o processo de modernização, os truques não foram alterados.

Além disso, ela acumula falhas graves como abertura de portas em ambos os ados, por princípios de incêndio e superaquecimento dos truques, entre outros.

Segundo documentos publicados no site do Metrô, entre os possíveis motivos para rescisão unilateral do contrato estão: “cumprimento irregular de cláusulas contratuais, especificações, projetos e prazos” e a “lentidão do seu cumprimento, levando a Administração a comprovar a impossibilidade da conclusão da obra, do serviço ou do fornecimento, nos prazos estipulados”.

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Eduardo Paulino

Sou formado em administração de empresas. Sou o criador do Mobilidade Sampa e da Mapa da Web e co-fundador do Rede Noticiando. Prestativo, sereno e divertido. Marketing digital, recursos humanos, tecnologia e empreendedorismo estão entre os meus temas favoritos.
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