Por conta da pandemia mundial que já perdura por mais de um ano, cresceu a busca por alternativas para se locomover e voltar ao trabalho com mais segurança, evitando o transporte público quando possível. 

A troca por outras opções se dá pelo grande fluxo de passageiros que usam o transporte público diariamente. Juntos, em condições normais, o Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) transportam mais de 7,8 milhões de pessoas por dia. 

Embora seja considerado um serviço essencial – e por conta disso a própria SPTrans garantiu o funcionamento dos ônibus 24 horas mesmo com o toque de recolher que a cidade vive nessa fase emergencial -, existem alternativas ao transporte público para quem mora perto do escritório. Bicicleta a aplicativos de transporte são os mais buscados.

Uma pesquisa da Datafolha revelou que 38% dos brasileiros que não possuem veículo próprio consideram a bicicleta o meio de transporte mais seguro. Em segundo lugar, os aplicativos de transporte ganharam a confiança de 35% da população. O táxi apareceu em terceiro na lista com 9% dos votos. Dentre os mais de 3 mil participantes, 29% usou a aglomeração como critério mais importante para responder a pesquisa. 

Conheça as vantagens das duas alternativas mais votadas:

Bike

Como a bicicleta não exige contato, esse meio de transporte foi o escolhido como mais seguro. Além disso, a bike aponta outros benefícios: 

A parte negativa de ir de bike fica por conta do desgaste físico, especialmente na aparência, que a pessoa sofre até chegar no trabalho. Para resolver isso, algumas pessoas levam tudo que precisam em uma mochila para se arrumar quando chegam ao local.

Aplicativos de transporte

Para aqueles que buscam mais conforto, aplicativos como Uber e 99 são opções confiáveis durante o período de pandemia. Veja os pontos positivos:

  • mais conforto que o transporte público, evitando aglomero tanto na espera quanto dentro do transporte;
  • economia de tempo, já que o veículo pega e deixa o passageiro exatamente onde ele precisa, sem precisar esperar por vários minutos;
  • preserva a pessoa do desgaste físico causado pela bicicleta, evitando desconforto;
  • preços acessíveis, especialmente para curtas distâncias ou quando mais pessoas dividem os custos da corrida.

Porém, ainda é um meio de transporte mais caro que os ônibus e metrôs e também podem ficar presos ao engarrafamento. 

Essas são opções viáveis para ambas necessidades e bolsos, especialmente durante a fase emergencial, que vai durar entre 15 e 30 de março.

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